quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Niver Cê

Enquanto minha qualificação só ocorrerá no dia 8 de outubro, Cê já se qualificou e tudo correu dentro dos conformes. Depois de mais um passo, nada mais justo para ela do que tirar alguns dias com a família em Maceió. Assim, ela aproveitou a semana do seu aniversário e embarcou para as Alagoas. Foi só uma semana, pouco tempo para tanta saudade, mas deu para ela descansar um pouco e reencontrar as amigas. Segue algumas fotos desses dias:










Eu tive que me contentar em ficar, mas depois da minha qualificação espero fazer o mesmo, mas enquanto isso, sigo concentrado por aqui. :-)

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Terapia em Série

Todos que me conhecem sabem o quanto aprecio a série Lost. Mas, com o final da quarta temporada, ficou um vazio na minha programação noturna. Sem saco para me apegar a outras tramas muito complexas e que exigem uma devoção quase religiosa (como ocorre com Lost), busquei uma série que fosse mais "light".


In Treatment (da HBO) caiu como uma luva. O conceito da série foi copiado de uma série israelense (Be Tipul) e, assim como na sua versão oriental, é simples, original e audacioso: cada episódio mostra uma sessão de terapia entre Paul (o terapeuta interpretado por Gabriel Byrne) e um paciente. As sessões são retratadas quase que em tempo real em episódios que duram de 20 a 30 minutos. São 5 episódios semanais sendo que, de segunda a quinta temos sessões com Laura (segunda), Alex (terça), Sophie (quarta), Jake & Amy (quinta). Na sexta é o próprio Paul que assume o papel de paciente, em sessões com a sua supervisora Gina (Dianne Wiest). O resultado é uma excelente série adulta, com um roteiro maduro, sem clichês, baseada apenas em diálogos e que mesmo assim prende a sua atenção, afinal, a cada episódio sabemos um pouco mais sobre a vida dos pacientes, e nos surpreendemos com as revelações e possibilidades que vão surgindo.


Enfim, uma "série fora de série". Aos interessados, tenho a primeira temporada completa. E já aguardo ansioso a segunda temporada!

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Na Capital

No começo deste mês fomos para Brasília. Motivo: formatura da polícia federal. Depois de 4 meses e meio de academia, minha irmã se formou no curso para delegada federal. Festa e solenidade estavam previstas para dia 10 e 11, respectivamente, e, assim, no mesmo dia 10 pegamos o vôo com destino ao distrito federal. Foi bom poder rever minha família, já que não os via desde o natal do ano passado.





A festa de formatura foi impecável: som, comes, bebes, serviço, decoração, conforto, enfim, ficamos impressionados. Os candangos sabem organizar festa como ninguém! Foi muito bom também finalmente conhecer Brasília, tirar algumas fotos e visitar alguns pontos turísticos, dentre eles o museu Juscelino Kubitschek, a torre de TV (com vista para o eixão e planalto central), o Senado e o Congresso Nacional, a Catedral Metropolitana, a ANP, alguns bares e restaurantes, e, claro, a feira do Paraguai, onde descola-se um pen drive de 8 giga por 75 conto. Como de praxe, seguem algumas fotos.









De volta à realidade, agora é pegar no batente. Estou morrendo de saudades de Salvador, mas coloquei na minha mente que só posso ir lá depois que terminar algumas atividades do mestrado. :-p

segunda-feira, 21 de julho de 2008

BOBAÊA minha "nirgraça"!

Celebrando a recente "goleada" do Baêa frente ao até então invicto Curintia (sim, vencer por 1 a 0 com um time limitado e com 5 desfalques contra um time que vinha de 10 vitórias e 1 empate é quase uma goleada), me lembrei de um causo que ficou famoso na internet, na época da sofrida classificação do Bahia para o octogonal da série C. Divirtam-se e tenham em mente: o taxista corresponde exatamente ao perfil da maioria da torcida do Bahia. Assim como a do Corínthians a nossa lota estádios e é fanática e apaixonada. Mas os gritos sempre expressam emoções conflitantes, alternando entre o amor e o ódio. Por isso nosso grito de guerra: "Bó baêa, minha porra!"

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Seu Jurandir chegou em Salvador num vôo da GOL, às 19:20 do dia 7 de outubro. Saiu do avião e partiu para buscar sua mala no saguão de desembarque. Como a bagagem demorava de aparecer na esteira, Seu Jurandir sacou a Maxi-Goiabinha que a aeromoça tinha lhe oferecido e ele havia guardado no bolso para mais tarde. A mala chegou, ele colocou no carrinho e saiu pelo portão para procurar um táxi.
- “Quanto é o táxi até…
Ele olhou um papel na sua mão e completou:
… Ondina?”
- “Ondina? 88 conto” - disse o motorista.
Seu Jurandir fez cara feia, mas entrou no carro mesmo assim. Afinal, Seu Jurandir é paulista e veio conhecer Salvador pela primeira vez no alto dos seus 53 anos. O táxi partiu e logo depois que passou pelo túnel de bambuzais, o motorista fez um pedido:
- “O senhor se incomoda se eu ligar o rádio?”
Seu Jurandir observou o motorista. Era um homem que aparentava uns 40 anos. Tinha uma aparência serena, óculos escorregando pelo nariz e uma boina azul,vermelha e branca na cabeça. Seu Jurandir disse que não se incomodava, mas ficou surpreso quando o rádio ligou. Não era bossa nova ou MPB, nem pagode, arrocha ou axé. O que estava ecoando dos alto falantes do táxi era um jogo de futebol.
- “É que eu torço pro Bahia, sabe? E esse jogo é decisivo” - explicou-se o motorista.
Seu Jurandir não era muito de papo, nem de futebol. Assistia de vez em quando um jogo do São Paulo na TV, time que ele carregava uma certa simpatia. Por isso, ficou calado, ouvindo o locutor do jogo junto com o motorista. O locutor gritava:
- “6 MINUTOS DE ACRÉSCIMO!!!”
A cada berro do locutor, Seu Jurandir percebia que o motorista ficava mais nervoso. A aparência serena inicial dava lugar a um semblante de desespero. O homem suava e fazia o sinal da cruz enquanto o carro passava pela Avenida Paralela.
- “Não é possível. A gente precisa de um golzinho só!!!” - desesperava-se o motorista.
- “TERMINA O JOGO NO ACRE!” - berrava o locutor.
- “Pelamordedeus, a gente só depende da gente!!!” - desesperava-se ainda mais o motorista.
Seu Jurandir começou a ficar assustado. O motorista estava suando que nem cuscuz, embora o ar-condicionado do carro estivesse ligado no máximo.
- VAI QUE DÁ BAHIA!!!! - berrava o locutor.
- Vai que dá Bahia!!!! - repetia o motorista.
Seu Jurandir já se segurava na porta do carro, quando o locutor recitou:
- “É A ÚLTIMA CHANCE! LÁ VEM CARLOS ALBERTO, CRUZOU NA ÁREA, CHARLES DE CARRINHO……………..
GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL!!!”
O motorista começou a tremer, chorar e gritar ao mesmo tempo:
- “É goool, é goool, é gooool, bora Bahêa minha porra, bora Bahêa, minha nirgraça!!! Aí bando de rubro-negro feladaputa! Toma aí!!! É a estrela! Eu disse, eu disse!!! É goool porra!! É gol do Bahia caralho!!”
As mãos do homem tremiam, o táxi já não andava em linha reta. Agora, quem se
desesperava era Seu Jurandir, que pedia assustado para o táxi parar.
-”Pára, pára!” - gritava Seu Jurandir.
“Bahêa, Bahêa! - gritava o motorista.
Meio que em estado de choque, o motorista finalmente encostou o carro no Posto 2 da Paralela. Bastou o táxi parar, para ele deixar seu Jurandir sozinho no carro e sair pela porta correndo e gritando uns 15 Putasquepariu. Sozinho no carro, Seu Jurandir observava o cenário ao seu redor. Carros buzinando, fogos explodindo no céu, gente gritando, chorando, ajoelhando. Cada vez mais carros chegavam ao posto em festa, comemorando o que parecia ser um título inédito. Em meio ao buzinaço, o motorista voltou pro táxi.
“Desculpa, senhor. É que é muita emoção. Esse time é foda.”
Agora curioso, Seu Jurandir perguntou:
- O Bahia foi campeão?
- Campeão? Não, se classificou pro octogonal” - respondeu o motorista ofegante.
- Octogonal?
- É, o octogonal da Série C.
- Da Série C? Terceira divisão?
- É ganhamos do Fast, do Fast do Amazonas. 1×0, caralho!
- “Sei, sei” - disse um incrédulo seu Jurandir.
Ainda em êxtase, o motorista perguntou:
“Pra onde é que o senhor está indo mesmo?”
E o seu Jurandir respondeu:
- “Pro aeroporto. Volta pro aeroporto que eu não fico mais um segundo nessa terra de maluco.”

segunda-feira, 23 de junho de 2008

No Rio de Janeiro

Demorei pra atualizar isso aqui. Muita coisa pra fazer e preguiça para relatar o cotidiano. Mas agora, aproveito o momento de convalescência (de uma virose escrota) para tirar o atraso.

Na última semana do mês passado fui para o Rio de Janeiro participar do VI Workshop de Computação em Grade e Aplicações que ocorreu durante o SBRC 2008. O evento ocorreu em Copacabana, no Othon, e fiquei hospedado lá perto também, no SESC Copacabana. Aliás, esse hotel foi uma excelente dica de Paulo Meirelles, um amigo que está fazendo doutorado aqui no IME, figurinha carimbada do FISL (sabe o estresse que Terceiro sofria na organização do FISL? Pois é, agora é como ele). O SESC ficava apenas a 3 quadras do Othon e dava pra ir andando, economizando dinheiro com táxi. Fiquei hospedado lá junto com Raphael, um amigo de Goiás que também faz parte do projeto Integrade. Esse projeto é sobre uma grade computacional oportunista e possui várias linhas de pesquisa. Eu estou inserido em uma delas (agentes móveis) e agora também cuido de algumas partes burocráticas do projeto. O motivo da minha viagem foi para apresentar meu artigo sobre agentes móveis e tolerância a falhas em ambientes oportunistas. Como só iria apresentar na sexta-feira, aproveitei os outros dias para ver outras apresentações e trocar idéias com pessoas da área. Porém, a medida em que os dias iam passando, ia ficando mais difícil se concentrar nas apresentações devido à minha ansiedade. Queria apresentar logo porquê toda hora eu ficava modificando meus slides, colocando um detalhe aqui e outro ali, com receio de que alguma parte não iria ficar boa. Mas tudo correu muito bem e saí de lá aliviado. Amadeu, que também estava lá participando do evento, tirou algumas fotos.



Agora deixemos a parte acadêmica de lado e falemos das minhas outras atividades no Rio: os passeios que fiz, claro. ;-) Na sexta-feira o Raphael ia ficar hospedado na casa de uma amiga e saiu do quarto, mas eu ia ficar lá até o domingo. Tinha combinado com Cê para ela ir para lá na sexta e ficar no mesmo quarto, entrando na vaga de Raphael. O chato é que, se durante a semana fez sol todos os dias, na sexta começou a cair um dilúvio. Voltei para o hotel e fiquei esperando por Cê na repcepção, mas a chuva era tão intensa que o Santos Dumont estava fechado. Cê me ligou de Congonhas para dizer que estava esperando o avião decolar, mas que não havia previsão para isso. Fiquei puto com aquele aguaceiro e tenso, esperando que o vôo não fosse cancelado, o que iria estragar boa parte do nosso fim de semana. Mas a chuva deu uma trégua e depois de duas horas de atraso, finalmente, Cê estava vindo para o Rio. Ela chegou no hotel super cansada porquê estava há mais de 30 horas sem dormir mas mal teve tempo de descansar muito. Por conta de um evento promovido pela Petrobrás, meus amigos da Safernet (Zeca, Tássia, Maurix, Tavares) também estavam no Rio e aproveitamos a ocasião para nos encontrarmos no Rio Scenarium, um bar muito massa que fica no bairro da Lapa. Amadeu e Raphael também foram. Lá conhecemos Daniela Silva, uma jornalista e provável futura integrante da Safernet. As fotos que tiramos lá foram com a máquina dela. Agradeço a ela por ter nos enviado as fotos posteriormente. ;-)





O sábado amanheceu melhor do que sexta, mas ainda nublado. Mesmo assim resolvemos arriscar o Corcovado. Tássia foi nos encontrar no hotel mas ela resolveu ficar passeando por Copacabana e, assim, eu e Cê pegamos um buzu para o bairro Cosme Velho. Eu já tinha ido no Corcovado duas vezes, em 2006 e 2007, mas Cê nunca tinha visitado o Rio. Por isso que, entre subir de trenzinho ou de van a gente preferiu a segunda opção. Daria pra parar no mirante Dona Marta e conhecer algumas ruelas no meio do caminho, e foi isso que fizemos. No topo do Corcovado estava fazendo um frio siberiano e como podem ver eu só estava de camiseta e bermuda, mas nada tão severo quanto um dia frio aqui em São Paulo. Depois do Corcovado fomos no Jardim Botânico. Tássia já estava lá esperando por nós. Caminhamos até o anoitecer e ficamos aguardando Amadeu que tinha pegado um engarrafamento monstro. De lá fomos todos para o Leblon, andar um pouco e comer, pois já estávamos morrendo de fome. Pra encerrar a noite, ainda fomos para um barzinho mexicano no bairro do Humaitá. Tiago chegou depois e ficamos lá até umaszora... Sem sono, eu e Cê ainda andamos pela orla de Copacabana, observando as fachadas dos prédios, hotéis, barracas, e as pessoas que faziam exercício mesmo numa hora daquelas...











O domingo amanheceu com chuva, frustando nossa expectativa de visitar o Pão de Açúcar. Inconformados, decidimos estender nossa estadia por mais um dia, na esperança de que na segunda o sol voltasse. Tentamos adiar nossas passagens, sem sucesso. Optamos então por voltar de ônibus e deixamos as passagens aéreas como cŕedito. Resolvido isso, liguei para meu primo que mora no Rio e ele fez um passeio super bacana com a gente. Passou no hotel e nos levou para conhecer algumas ruas do Centro, além do Mosteiro de São Bento. De lá fomos para Niterói e conhecemos o MAC, Museu de Arte Conteporânea, com a sua peculiar estrutura que lembra um disco voador. Estava tendo uma exposição sobre as cores e um carinha lá tava fazendo uma apresentação interessante sobre a decomposição da luz branca através de prismas. Meu primo nos mostrou um pouco da cidade e retornamos para almoçar no Rio. Ele nos deixou no hotel e de lá fomos nos encontrar com o pessoal no Barril 1800, um barzinho famoso de Ipanema. Maurício nos deu uma aula de como ficar ricos em 12 anos e de como tudo que desce sobe, além de outras divagações enconômicas, éticas e sócio-políticas. Depois, saímos andando pelas ruas de Ipanema e encontramos Tavares que queria beber uns chôpis. Indiquei a chopperia Devassa e tome ruiva, loira, índia e preta: cada tipo de chope tinha um desses apelidos e a gente experimentou todos. Voltamos para o hotel com um taxista rocknroll, mutcho dodjo e desbocado que odiava música sertaneja e funk carioca.





Na segunda, acordamos cedo, arrumamos nossas coisas e deixamos as malas na portaria do hotel. Para nossa sorte, o dia tinha amanhecido bonito e a chuva não dava mais sinal de vida. Fomos até o Forte Copacabana, pela orla, mas não conseguimos entrar, pois às segundas-feiras nào é permitido fazer visitação. Depois de tirarmos fotos com Carlos Drummond de Andrade (que ainda não tinha recebido seu terceiro óculos), pegamos um ônibus em direção ao Pão de Açúcar. Tomamos uma água de côco na Praia Vermelha e tiramos algumas fotos, enquanto esperávamos Tassinha chegar. A vista de lá de cima estava do caralho e eu estava parecendo um fotógrafo japonês, disparando cliques para todo os lados. Descemos e subimos as pequenas trilhas que saíam do mirante e resolvemos voltar para dar tempo de visitar o centro da cidade.




Estávamos morrendo de fome e aproveitamos para almoçar na gigantesca Confeitaria Colombo.O lugar parece que parou no tempo, com uma decoração bem art nouveau. Comemos bagarai e aproveitamos para descansar. Já sem Tassinha (que tinha que ir para o aeroporto), andamos um bocado no centro, conhecendo a basílica de São Sebastião e os Arcos da Lapa. Só paramos na Cinelândia para tomar um chope no cinema Odeon. Voltamos felizes, contentes e satisfeitos para Copacabana, onde visitamos a Modern Sound e jantamos. Finalmente, voltamos para o hotel, pegamos nossas malas e fomos para a rodoviária. É isso... O duro foi voltar à rotina. Parabéns para quem leu tudo. O Rio de Janeiro continua lindo. A Bahia também é linda. Alagoas também. Tudo é lindo.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Governador da Bahia pagando Mico (soft)

Ai, ai... Más notícias da Boa Terra.
O governador da Bahia, Jacques Wagner, na contramão com a política nacional de desenvolvimento, fechou uma parceria com a Microsoft, ou melhor, um protocolo de intenções, que prevê a colaboração mútua para o desenvolvimento de projetos de inclusão digital na Bahia. E assim a Microsoft segue na guerra, à procura de futuros dependentes de software proprietário. Tsc, tsc...

Mas o PSL-BA resolveu se manifestar e, cá, resolvi aderir à campanha:



Mais informações:

http://twiki.dcc.ufba.br/bin/view/PSL/ReacaoProtocoloIntencoes
http://www.egba.ba.gov.br/diario/DO24/DOEdu00.html

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Visitas e Cirque du Soleil

Entre o final de abril e o começo deste mês recebemos várias visitas ilustres: Tâmara e Liziana (amigas de Cê que moram em Maceió), Jacque e Bia (irmã e cunhada, respectivamente). Além do óbvio (vistar o casal franco-nordestino mais alegre e simpático de São Paulo), as compras e os passeios foram as principais atividades almejadas enquanto elas estiveram por aqui.







Tâmara e Liziana, acessoradas por Cê, descambaram para a 25 de março logo quando chegaram (sim, fui poupado desse passeio nada agradável para os representantes do sexo masculino). Além disso, ainda foram na Liberdade, Mercado Municipal, Museu da Língua Portuguesa e Paulista. Sim, também conheceram nossos barzinhos preferidos: O'Malleys, Lua Nova, El Mariachi e Posto 6.

Jacque e Bia vieram com a missão de ver o Cirque du Soleil. O espetáculo foi realmente muito bonito e valeu todo o dinheiro gasto na meia entrada. Deu vontade de ver os outros espetáculos como Saltimbanco, Quidam, etc. Dá pra perceber nas fotos que tava um frio de rachar! Bom, missão cumprida, é óbvio que a visita das meninas não se resumiu a isso: O'Malleys (sim, de novo, hueheuehe), shoppings, restaurantes, etc também foram devidamente visitados.