domingo, 26 de agosto de 2007

Divertimentos III

Continuando a série de fins-de-semana-legais-e-divertidos, venho registrar outro fim de semana muito legal que passamos aqui em Sampa. Mas não sem antes um ERRATA: no fim de semana passado nos também visitamos a prima de Cécile, Catarina, que vive com o marido Alceu e dois filhos lá no bairro de Santo Amaro. Eles foram muito legais: nos deram carona de ida e de volta e o almoço na casa deles estava delicioso! Foi legal também conhecer mais um pouco da cidade já que nunca tínhamos ido nessa parte mais ao sul de São Paulo.

Bom, mas vamos ao fim de semana passado. Dessa vez nosso alvo foi o bairro da Liberdade. Já tínhamos passado por lá uma vez, mas passeamos muito pouco. Na verdade essa ida já tinha sido combinada com alguns amigos da USP (Raphael e Fernando). A gente tinha planejado almoçar em um restaurante lá chamado Aska (sugestão de Ricardo, outro brodi que acabou não podendo ir). Eu estava na USP para uma reunião no sábado pela manhã e ia para lá de carona com o Raphael. Ele ia parar no meio do caminho para que pudéssemos pegar nossas respectivas mulheres, Amália e Cê. Lá no restaurante a mulher de Raphael, Selma, também já estava nos aguardando. Lá no restaurante só tinha oriental praticamente. A gente ficou um bom tempo olhando o cardápio sem saber o significado de algumas palavras, mas os garçons nos ajudaram a entender. No final todo mundo acabou pedindo versões diferenciadas de ramen, um prato bastante típico. Parece uma mistura de sopa com macarrão, e geralmente vem acompanhado de legumes e carnes. Só de lembrar tenho vontade de comer de novo... E olha que o que tinha de macarrão dava bem uns 5 pacote de miojo! Mas claro, muuuuuuuito mais saboroso. Ainda bebi sakê pra acompanhar, mas definitivamente, não é minha bebida favorita.



Depois dessa banquete, nos despedimos do povo e fomos de metrô para a Paulista assistir Ultimato Bourne. Tava ansioso pra ver esse filme já que gostei bastante dos outros dois. Gosto desses filmes que combinam suspense, agentes secretos, ação e roteiros inteligentes que desafiam o raciocínio do espectador. Esse não foi diferente. Fechou a série com chave de ouro! Ponto alto: perseguição em Tangier - Marrocosl. Ponto baixo: câmera excessivamente "nervosa", confundindo o espectador.

Saímos satisfeito do cinema e também cansados. Já eram 22hs, mas assim que chegamos em casa Murilo ligou para lá nos convidando para a casa dele. Motivo: despedida de Yupatanky que estava de passagem em SP antes de ir para Santos providenciar a mudança dele para Salvador. A gente fez charminho, disse que tava cansado, depois viu que tava fudido de grana até pra pegar transporte, mas enfim, a amizade falou mais alto e acabamos indo. Mais três amigos de Pinky também estavam lá e ficamos conversando e bebendo absinto até umas zora... :-) Chegamos mortos! Mas felizes!

ps.: não tive tempo de baixar as fotos da máquina e postar aqui. Mas depois eu atualizo...

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Divertimentos II

Outro fim de semana, e como anunciado, aproveitamos para ir na festa da Santa Achiropita (eu nunca acerto dizer ou escrever direito o nome dessa santa, mas viva o google). Pronuncia-se "Aquiropita", já que é um nome italiano, e como tal, o "ch" tem som de "q". Essa festa ocorre durante todo os sábados e domingos do mês de agosto e o esquema é similar ao de uma quermesse. Cada barraquinha produz um tipo diferente de iguaria italiana, e todo o lucro é convertido em prol da paróquia. Essa festa é a de número 82, e ocorre todo ano.

Mas antes de ir para lá a gente primeiro foi no cinema no shopping Frei Caneca e assistimos Ratatouille, uma animação da Pixar (Disney) sobre um rato cozinheiro em Paris. A animação é do caralho! O filme é muito bom mesmo. Roteiro bem escrito, sem pontas soltas, muitíssimo bem humorado, original, a animação procura ser menos técnica ou realista e mais criativa, assim como nos filmes Os Incríveis. Enfim, aconselho a todo mundo.

Voltando para a festa, chegamos lá por volta das 21hs, e mesmo num domingo à noite, estava bastante cheia! A festa se estende em volta das 4 ruas que definem o quarteirão no qual se encontra a igreja. A gente primeiro ficou caminhando um pouco e vendo todas as opções gastronômicas, mas logo decidimos comer na barraca de fogazza, apesar da fila enorme que devia ter uns 100 metros. Enquanto Cê ficou na fila eu aproveitei pra comprar refrigerante e uma cervejinha. A fila andou rápido mas o que mais demorou foi no balcão. Pra quem entende de computação, as fogazzas eram feitas em batch, com processadores (leia-se escumadeiras gigantes) em paralelo. Só que tinha gente que comprava 30 de vez e eu que só queria duas, fiquei mofando lá esperando minha vez. Mas quando saiu valeu a pena. É uma toreba de pastel com massa de pizza, sobrado ao meio com umas 150 gramas de queijo derretido por dentro, além de tomate picado. Uma délicia! Ainda comi um espetinho de churrasco (essa é para Djonie: o melhor espeto de churrasco que já comi na vida!) delicioso antes de voltar pra casa com a barriga estourando. Ah! pra fechar a noite, ainda assistimos Borat que eu tinha baixado no computador. Foi divertido. :-) É um falso documentário sobre um repórter do Cazaquistão (o segundo melhor, segundo ele mesmo) que vai para os EU and A (é assim que ele se refere aos EUA) saber um pouco mais da cultura ocidental. O ator é muito cara de pau! E o impressionante é que os entrevitados acreditam realmente na autenticidade da coisa. Dá pra perceber vários males incrustados na terra do Tio Sam só pelas respostas que saem da boca do povo. Pra quem não tem problemas em rir de cenas constrangedoras, eu recomendo. :-)

Ademássss, nosso sábado também foi legal. Fomos na FNAC e compramos um livro de culinária para acadêmicos, isto é, para quem não tem tempo de cozinhar e quer receitas práticas e que explique detalhadamente termos cabeludos como refogar e medidas estranhas e pouco precisas como pitadas e punhados. O livro se chama "Professoras na Cozinha" e foi escrito pela Marilena Chauí junto com a mãe dela. Na volta, passamos no supermercado e compramos condimentos para fazer fondue no jantar. Não saiu lá o melhor fondue do planeta, mas tava com gosto de queijo. :-) Vamos praticar mais e quando sair perfeito coloco a receita no Cumê tatu é bom.

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Divertimentos

Nesse final de semana Jacque veio nos visitar. Ela veio de carona com uma colega de medicina que tem família em Santo André e vem de 15 em 15 dias. Essa carona veio bem a calhar já que assim, sempre que ela quiser, pode nos visitar. :-)

Bom, aproveitando a presença dela resolvemos sair um pouco, coisa que não fazíamos desde que voltamos das férias. Na sexta fomos no El Kabong, um restaurante tex-mex (mistura de cozinha mexicana e texana) que fica a uma quadra daqui (sim, quase em frente ao buraco número dois do metrô que abriu no meio da rua). É um restaurante bem legal, com luz ambiente e boa música (o DJ parece ser fã de Robert Cray :-)). Comemos deliciosas quesadilhas de frango.

No sábado fomos numa feira de antiguidades que tem todo sábado na praça Benedito Calixto, que também não fica muito longe (umas 5 quadras daqui). É uma feira bem interessante, dá pra achar de tudo: vitrolas e abajours do tempo do ronca, óculos de décadas passadas, moedas estrangeiras e até aquele ferrorama ou carro de controle remoto que você via no intervalo da Xuxa e não tinha porque era caro pra caralho. Lá perto tinha uma galeria com estandes que vendiam roupas "transadas" e coisas do tipo. Aproveitei pra comprar um óculos escuros já que perdi os meus dois anteriores (e perdi o meu de grau também...), além de ímãs de geladeira (uma mania que eu e Cê cultivamos desde que chegamos aqui). Depois passamos em casa pra trocar de roupa porquê o frio tava "defoder", e fomos para o shopping Eldorado. O plano inicial era assistir um filme, mas chegando lá ficamos mais interessados na peça que tava rolando com Lázaro Ramos e Taís Araújo, intitulada O método Grönhlom (não sei pronunciar essa joça). Basicamente tratava-se de uma entrevista de emprego no qual todos os candidatos ficavam numa sala só que sem saber que um deles era psicólogo e do RH da empresa. A peça tem seus altos e baixos mas é bem interessante, e com um final surpreendente! Mas foi depois da peça que veio a melhor parte: descemos para o subsolo e fomos dar uma olhada na pista de patinação no gelo. Lembro que em Salvador alguns shoppings chegaram a fazer uma pista parecida, mas eu nunca tinha me aventurado. Tentei convencer Jacque e Cê para irem comigo, mas só Cê topou. Jacque ficou só olhando, e claro, dando risada, afinal eu parecia mais um robô em final de carreira do que propriamente um patinador. Mas não fizemos feio. Eu só tomei uma vaca, e Cê também, somente uma. Só UMA! Vamos lá, há de se reconhecer que para uma primeira vez não fiz tão feio. Só saí com uma puta bolha no pé. Da próxima vez pego um número maior. De noite ainda tivemos ânimo para ir no Omalleys, aquele pub irlandês que já mencionei aqui algumas vezes. Foi legal, tinha uma banda legal, mas pena que tava muito cheio. Nem achamos lugar para sentar dessa vez.

No domingo resolvemos finalmente visitar o bairro da Liberdade, reduto dos orientais aqui na cidade. As ruas são decoradas com bangalôs que dão um ar especial ao bairro. Aproveitamos para olhar os artesanatos numa feirinha e andar um pouco nas ruas. Pelo que pude perceber lá é sempre cheio de coisas diferentes. A prova disso fica por conta do Melona, um picolé coreano quadrado, sabor melão que tomei por lá. Todo mundo tomando, maior sucesso! Fiquei doido pra tirar várias fotos mas aqui tá cada vez mais assim: não tiro fotos no meio da rua com medo de assalto.

Bom, aí foi ficando tarde e Jacque teve que ir embora. No próximo fim de semana eu e Cê já temos outro plano: ir na festa da Santa Aquerupita que ocorre lá no Bexiga até o final deste mês todo sábado e domingo. Espero comer muitos pasTEU e tomar umas brejas, mano. Orra meu!

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Hackers 1 X 0 DRM

É a guerra da abertura contra o fechamento. Os hackers mais uma vez dão a volta por cima. Pra quem não sabe, o DRM (Digital Rights Management, ou Digital Restrictions Management, numa tradução sem eufemismos) é uma tecnologia capaz de agregar permissões de execução a um arquivo de computador. Por exemplo, eu poderia utilizar um serviço DRM para disponibilizar um vídeo na internet que, quando baixado, só poderia ser executado 'n' vezes, ou até a data xx/yy/zzzz, ou as duas restrições concomitantemente. A Netflix resolveu utilizar o DRM para alugar filmes pela internet. Deu nisso aí... hehehehehehe. TOIM!

Faz parte do lento e doloroso (pelo menos para alguns) processo de transição entre economia industrial da informação e a economia da informação em rede, tão alaerdada por grandes estudiosos como Manoel Castells, Yochai Benkler, dentre outros. Desde o ano passado ainda venho mantendo um blog sobre isso onde comentários são bem vindos.

É interessante perceber como essa guerra travada no campo da propriedade intelectual já vem acontecendo há um bom tempo. Lembram-se das fitas cassetes? Quem nunca gravou uma fita cassete com uma compilação das suas músicas prediletas? Pois é... era considerado tão ilegal quanto baixar músicas ou gravar dvds piratas. Teve até um movimento liderado pela BPI (British Phonographic Industry) com direito a logo e tudo (queria botar o logo aqui, mas a merda é protegida por copyrights demoníacos) Pois é, como eles perceberam que não adianta mudar o dispositivo de armazenamento para cd, dvd, ou qualquer mídia que surja, o jeito foi inventar esse "cadeado" digital que é o DRM. Mas cadeado, por mais avançado que seja, nunca deixa de ser um cadeado...

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Hacker retira DRM de filmes online do Netflix
Quinta-feira, 09 de agosto de 2007 - 10h21

SÃO PAULO - Hacker americano publica instruções sobre como gravar vídeos transmitidos online pelo Netflix.

O Netflix é um promissor sistema de aluguel de filmes e seriados que distribui conteúdo pelo correio ou pela internet.

O serviço ganhou popularidade por oferecer um modelo de negócios em que o cliente não paga taxas pela devolução de DVDs com atraso.

Um dos recursos oferecidos pelo serviço, chamado de WatchNow!, permite baixar o filme ou seriado escolhido e assisti-lo na hora, uma única vez.

O sistema conta com códigos de proteção DRM desenvolvidos pela Microsoft que impedem, por exemplo, que o usuário mantenha o filme em seu HD ou faça cópias do conteúdo.


Esta semana, no entanto, um hacker identificado como DizzIE publicou no site foum.rorta.net uma lista de 14 passos que ensina como remover a proteção da Microsoft e gravar o filme baixado no HD. O arquivo fica livre de qualquer restrição.

Segundo o post do hacker, os métodos para remover DRM do Netflix usam códigos já apresentados no aplicativo FairUse4WM, programa que retira DRM de arquivos de mídia Microsoft.
Felipe Zmoginski, do Plantão INFO

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Produtividade e Internet...



Matematicamente cômico e verdadeiramente trágico.

fonte: Piller Higher and Deeper

Oia...

Obra do Metrô abre cratera causa e interdição de via em SP

Saiu no Folha Online: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u318685.shtml

Esse aí fica a uma quadra lá no meu prédio.
Claro que como ninguém foi engolido, nem carro, nem nada, "Não foi um problema, não houve falha", como disse o tal Luís Carlos Grillo, diretor de engenharia e obras do Metrô. Afinal, o terreno é arenoso e tal... Claro... claro... Desse buraco ainda vai sair muita merda ainda.

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Cansei... Humpf!

Caos aéreo + política + oportunismo + elite brasileira = Movimento do Cansei!

Se por um lado também fiquei indignado com o caos aéreo (é mais um exemplo da incompetência e inoperância dos nossos representantes) esse movimento beira o ridículo.

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Eles cansaram (fonte: Blog do Dez! Atarde Online)
04/08/2007 às 18:21

Foto divulgação da coletiva de imprensa para o lançamento da campanha

O Movimento Cívico pelo Direito dos Brasileiros, liderado pela Ordem dos Advogados do Brasil Seccional São Paulo e com a participação de diversas entidades e lideranças da sociedade civil, pretende sensibilizar os brasileiros a pararem durante um minuto, às 13 horas do dia 17 de agosto, quando o acidente com o avião da TAM completará 30 dias.

Pedro Fernandes

Cansei. Vou arrumar as malas e sofrer em Paris. Se o Brasil parar às 13 horas do dia 17 de agosto e fizer um minuto de silêncio, vai ser a confirmação de que nada mais nos resta. A confirmação de que a elite branca, paulista e anti-Lula tomou o poder [não o financeiro, que já é dela, mas o simbólico] e de que a bobagem publicitária encabeçada pela OAB de Sampa, pela Fiesp [Fundação das Indústrias do Estado de São Paulo], Abert [Associação Brasileira das Empresas e Rádio e TV], engenheiros, jovens executivos e outras pessoas que não gostam de dormir em aeroportos deu certo.

Com aquela indignação contida uma mulher bem vestida, loura e de unhas vermelhas posa com cara de "cansei" num dos cartazes do movimento. No spot para TV, atores de várias raças e aparentemente de várias classes sociais mostram, em silêncio [a classe média é muito ordeira], cartazes com mensagens do tipo: "Cansei de pagar tantos impostos" ou "Cansei de bala perdida". Silêncio. Como se pobre gostasse disso.

"Com o silêncio, a sociedade poderá expressar sua solidariedade e indignação de forma pacífica, equilibrada e organizada", disse Luiz Flávio Borges D'Urso, presidente da OAB-SP. Pobre já não gosta de protesto, ainda mais silencioso. "Queremos solução". O povo quer é berrar. Zero em identificação com o target [para usar o jargão publicitário]. Nizan Guanaes, conhecido publicitário tucano, que dessa vez trabalhou de graça, errou feio. Mas suas últimas campanhas não têm sido bem sucedidas mesmo.



"Estamos às vésperas do retorno da Marcha da Família, com Deus e pela Liberdade", escreveu o jornalista Mino Carta em seu blog no dia 27 de julho, quando foi lançada a campanha, fazendo alusão a um dos movimentos que apoiaram o golpe militar de 1964. "Trata-se de uma fórmula mais elaborada, mais complexa, mas os objetivos são os mesmos", completou. O presidente da OAB do Rio de Janeiro, Wadih Damous, também classificou o movimento de golpista e de extrema direita. E outros vídeos surgiram no you tube em resposta ao original.

Falar em golpe é usar a mesma arma que os cansados. A publicidade. Ou melhor, contra-publicidade. Quando se fala em golpe no Brasil todo mundo põe um pé atrás, baixa a voz e põe a mão na consciência. "Calma, vamos conversar". A intenção do movimento é começar agora uma campanha política anti-PT e minar as chances do partido nas próximas eleições. Tanto nas prefeituras quanto na presidência em 2010. Investimento à médio prazo. O jogo da democracia permite isso. É golpe baixo, mas é exagero falar em golpismo.

O que é ofensivo nessa campanha é essa gente bem alimentada, empregada e cheirosa abrir a boca para falar de cansaço. Como se eles não adorassem dar chilique em aeroporto para a câmera da Globo, que, segundo uma amiga que recentemente esperou 25 horas para embarcar do Rio para Salvador, evita filmar pessoas que pareçam alegres ou relaxadas. Ela disse que viu gente se maquiando para aparecer melhor na tela. Esse povo está bom é de ir lavar um tanque de roupa suja.

Hoje teve protestos Fora Lula em nove capitais brasileiras. Não dá para dizer que multidões se reuniram. Os números não são confiáveis. O site do Globo diz que foram 100 manifestantes em Brasília e o G1 diz que foram 50. Não sinto cheiro de golpe no ar. Tudo me cheira a babaquice. Enquanto isso a elite branca carioca sem-noção joga ovos nos transeuntes. Estou cansado. Vou para um SPA.

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Ah, claro... Apesar dos vídeos dos ovos não estar mais no Youtube (dobradinha Globo & Youtube já dando resultados), você ainda pode acessá-los aqui e aqui.