Indo ao que interessa: Jacque, minha irmã querida, veio nos visitar. Aproveitamos o feriadão para nos divertir bastante! Ela chegou no feriado do dia 15 e voltou na segunda, véspera do outro feriado que ocorreu no dia 20. Na verdade ela já estava em Santo André desde o dia 14, na casa de uma amiga, mas foi para um show de noite com umas amigas e só veio pra nosso apê no próximo dia. Ela acabou perdendo algo muito importante: o nosso aniversário de 5 anos! :-) No dia 14 de novembro fez 5 anos que um menino baiano chegava em Maceió pra fisgar uma linda franco-brasileira de sotaque alagoano. E depois desse dia, não largou mais! Aumentou a linha do anzol para dar conta dos mais de 600km e depois de 4 anos pode finalmente recolher a linha, já em Sum Palo! :-) Pois bem, nesse dia fomos comemorar num restaurante italiano (Pasta e Vino) e pedimos vinho com rondelli quatro-queijos. Estava absurdamente delicioso! (ao dono do restaurante: aceito comissão pelo merchandising) Voltamos felizes e contentes para casa. :-)
Na quinta-feira Jacque demorou um pouco e chegou já de noite, mas ainda deu tempo de dar uma chegada na Vila Madalena e comer numa pizzaria muito legal, famosa por fazer pizza na panela. E fica muito bom, acreditem!
Na sexta, Jacque queria ir num Museu. Já conhecíamos o MASP, o MAC, a Pinacoteca e o museu da Língua Portuguesa, então decidimos ir no Museu do Ipiranga. É meio longe, mas vale a pena visitar o local onde o ilustríssimo Dom Pedro I, o Rei-Soldado, o Libertador, menos conhecido por Pedro de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon, fez o Brasil "independente" com o famoso brado de "Independência ou Morte". O museu é interessante, tem 2 andares e um porão, onde podemos ver muita coisa daquela época: vestes, automóveis, mapas, maquetes, esculturas, pinturas, louças, jóias, móveis, armas e até propagandas dos artigos que eram importados da Europa. Aliás é interessante perceber que tudo considerado bom era importado da Europa, inclusive os hábitos. Fora do museu, tem um lindo parque encantado, com uma fonte encantada, inspirando nos jardins de Versailles. Em frente ao parque uma rua em descida, pavimentada e fechada só para pedestres, dá acesso às margens do rio Ipiranga, onde podemos ver um momumento à independência, uma pira acesa com a Chama da Independência, que segundo a lenda (aka ficção), permanecerá acesa até o último brasileiro amar sua pátria. Me lembrei daquela pichação que ficou famosa na época da ditadura: "Brasil, ame-o ou deixe-o" (e eis a pichação) "o último a sair, favor apagar as luzes". Mas, vamos lá, piadinhas a parte, é um parque muito bonito e agradável de se visitar. Tudo bem, o rio exala um certo mau cheiro, afinal, isso é São Paulo né. Mas é bonito ver a bandeira nacional flamejando ao sabor do vento, às margens do rio. Dá pra tirar umas fotos legais, e a gente fica pensando: "será que um dia esse país vai estar a altura dessa pompa toda?". Enquanto isso fiquem com as fotos legais:






Continuando com a programação, ainda na sexta-feira nosso amigo Murilo Sarno fez um coquetel em sua casa. A gente provou vários drinks, desde famosos, até outros feitos pelo anfitrião. Tomei um chamado "Inferno Verde" feito com absinto, vodka e outro troço lá que me deixou meio zonzo pelo resto da noite. Jacque e Cê não arriscaram e provaram outros que tinham fanta e uma essência de menta como acompanhamento.
No sábado a gente aproveitou pra ir na feira da Benedito Calixto. O lugar é bem alto astral, tem chorinho, barraca de pastel e acarajé (parece ser autêntico mas nunca provei) e vende muita coisa legal, tanto nas barracas da praça quanto nas galerias ao redor. De lá, fomos para o Ibirapuera andar de bicileta. Era uma das atividades que Jacqueline tava doida pra fazer, então pelo terceiro fim de semana seguido, lá fomos nós andar de bike no Ibirapuera. Mas é sempre agradável andar de bicicleta por lá, e sempre tem algum trecho desconhecido pra conhecer. ;-)



No domingo, saímos com uma amiga de Cécile que estava de passagem por São Paulo: almoço num restaurante mineiro (Consulado Mineiro) que fica aqui pertinho. Finalizando a visita de Jacque, à noite a gente foi mais uma vez pra Vila Madalena. Os garçons já estavam exaustos de tanto trabalho que tiveram durante o feriado prolongado, e a maioria dos bares estavam fechando mais cedo. Mas ainda deu pra tomar umas e matar de vez a saudade.
2 comentários:
Sinceramente Vini, vocês queriam mesmo Jacque no dia do aniversário de 5 anos? Fala sério! E por falar nisso, quando é o casamento mesmo?
Ainda bem que nas aulas de história o nome completo do D. Pedro I não é cobrado. Aff... :)
E o parque é bem bonito e as fotos ficaram ótimas! Uma dúvida: se essa chama apagar sem querer, o que acontece? Tem alguém vigiando?
Rapaz, absinto já é muito forte, misturado com vodka e outro troço deve ser de matar um. Lembro da primeira vez que tomei absinto, foi lá na ilha, lembra?
Ah que interessante, vocês chamam aí em SP um cara bêbado, caindo pelos cantos e dando aqueles vomitinhos de "zonzo"? Que coisa, hein?! Como o brasileiro é criativo, né? :)
Beijinhos pros dois!
Aê velho, adorei as montagens com o fogo ehehe. Dois recados: 1) valeu pelos comentarios das minhas fotos, 99% do merito eh das lentes :) 2) casa logo carái! Descobri q sou o unico da familia de tassia que casou de verdade, q moda eh essa??? :)))
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