sexta-feira, 29 de junho de 2007

Pálido Ponto Azul

Narrado pelo saudoso Carl Sagan, um dos meus escritores preferidos, esse é um dos melhores vídeos para refletir sobre a nossa insignificante e preciosa existência. Existem várias versões deste vídeo no youtube. Essa é a mais simples, mostrando apenas imagens do planeta terra.
Simplesmente tocante.

4 comentários:

Cécile disse...

Eu TENHO que fazer o trabalho sobre Contato!! Puf, puf!

Mauricio Vieira disse...

Contato é massa.

Vou ver este youtube depois.

Você viu o ultimo documentário sobre a teoria-M da BBC? Tá no google video. Mto massa.

Caroline Rodarte disse...

Poxa, como nós somos tão pequenos. Ás vezes fico pensando se um dia a terra perder a sua força de gravidade, o que seria da gente? Sei que todos morreriam. Ou se um dia a Terra não tivesse mais nada além de água, provavelmente, construiríamos alguma cidade submersa, mas depois acabaríamos com a pureza das águas e depois morreríamos. Enfim, acho que a vida na Terra não vai demorar muito para se extinguir. Vixe! Acho que fui trágica de mais, mas foi isso que eu pensei depois que vi esse vídeo. Só pocando tudo e começar do zero para termos alguma experança de vida na Terra para sempre.
De qualquer jeito é bom entrar logo em uma aula de natação, sei lá o que pode acontecer amanhã. hehehehe
beijos proces!

Anônimo disse...

Somos pequenos. E, por esses pequenos, morreremos e destruiremos a nós mesmos. Esta verdade, para mim, soa incontestável.

E ainda há os bobos que, por apelo do orgulho, utilitarismo célere e do egoísmo extremo, esquecem-se de dar ao menos um cumprimento ao seu vizinho (de moradia, de trabalho, de ponto de ônibus, de sala de aula, de parentesco, etc.), na tola opinião de que isso é um tolo gesto. De ouvir em vez de falar por achar que extinguirá a sua própria voz; de ceder em vez de ganhar, sem perceber que o lucro é o outro com o seu bom rendimento; de receber intenções em vez de provocar as suas, ignorante à manifestação do outro, da alteridade que é imensamente superior à sua própria identidade.

É triste. E é um grande ensinamento de parcimônia e humanidade (pois somos pequenos e parcos) ler e ouvir isso. Não é óbice e desalento, não é triste. É rejuvenescedor.

Obrigado, Vinnie.

Beijos,
W.