Na noite desta última quarta-feira, dia 12 de agosto, faleceu o grande professor Imre Simon. Pioneiro na área da ciência da computação, fez contribuições inestimáveis para o desenvolvimento científico no Brasil além de ter sido um dos grandes defensores da liberdade da informação. Para mim será sempre um exemplo a ser seguido.
O conheci em 2002 quando vi sua palestra sobre liberdade da informação no Congresso da Sociedade Brasileira de Computação, realizado em Florianópolis. No ano seguinte, o convidamos para palestrar no I Festival de Software Livre da Bahia, o que atendeu prontamente com sua presença simpática, em uma palestra que ia além do Software Livre e enveredava pelos caminhos do domínio público. Aqui na USP, tive a honra de ser seu aluno no segundo semestre de 2006 na disciplina intitulada Informação, Comunicação e Sociedade do Conhecimento. Assistir as aulas ministradas pelo professor Imre fez com que minha admiração pela sua figura se tornasse ainda mais forte e diversos amigos também compartilham comigo essa admiração.
Descanse em paz, professor!
Link para a notícia divulgada pelo agência fapesp: http://www.agencia.fapesp.br/materia/10916/noticias/morre-imre-simon-pioneiro-da-computacao.htm
"Enxugando o gelo, sua realidade segura por um fiapo de cabelo. Apego pelo tempo, melhor não tê-lo; segurá-lo, não quero, nem há como contê-lo"
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Pós mestrado
Enfim, depois do mestrado isso aqui ficou um pouco parado... Mas o motivo do distanciamento não são férias (quem dera!). Durante todo o semestre eu trabalhei (e continuo trabalhando) meio turno num "frila" pra poder continuar botando o pão na mesa. Além disso, fiz a disciplina de Laboratório de Programação Extrema (Lab XP), o que me ocupou umas 10 horas por semana. Assim que der uma brecha, eu e Cê vamos tirar uns 15 dias em Maceió/Salvador. Queria respirar e pensar um pouco antes de engatar no doutorado com força total. Bom, mas sem o mestrado nas costas, minha vida aqui em São Paulo tem sido bem mais divertida ultimamente. Tenho saído mais, reencontrado vários amigos, conhecido novos e aproveitado melhor o que a cidade tem a oferecer. Alguns programas que fiz recentemente ilustram esse momento. Abaixo seguem as fotos de alguns deles.

Vassouras - RJ (visitando Jacque)


Zoológico - SP



Sala São Paulo (dia dos namorados)



Parada Gay (com Tiago e Tássia que agora moram aqui em Sampa)





Praça Pôr-do-Sol e bar Pau-Brasil (samba de raiz + Tiago, Sanna, Joni e Carla)
Ah, recentemente fui ao FISL 10 em Porto Alegre e reencontrei muitos amigos também! Mas isso fica pra um outro post... ;-)


Ah, recentemente fui ao FISL 10 em Porto Alegre e reencontrei muitos amigos também! Mas isso fica pra um outro post... ;-)
sábado, 25 de abril de 2009
Enfim, mestre :-)
Sexta-feira, 24 de abril de 2009, mais uma etapa se encerrou: meu mestrado chegou ao fim e com um final feliz. Correu tudo bem durante a apresentação e a parte da banca também foi tranquila. Fiquei MUITO feliz com os comentários positivos e com o resultado do meu trabalho. :-)
Obrigado a todos que me ajudaram durante o percurso!
Abaixo, seguem as fotos da defesa e da bebemoração.




Obrigado a todos que me ajudaram durante o percurso!
Abaixo, seguem as fotos da defesa e da bebemoração.
quarta-feira, 25 de março de 2009
'O' fim de semana
Neste final de semana tivemos uma programação cheia. No sábado fomos ao Hopi Hari e no domingo teve o festival Just a Fest. De certa forma, serviu como uma celebração pelo término da minha dissertação, afinal, ninguém é de ferro. Muita coisa pra falar, então me dei o direito de escrever um post bem parrudo.
Pra quem não conhece o Hopi Hari eis um trecho roubado da Wikipedia (preguiça mode on):
"Hopi Hari é um parque temático brasileiro, localizado na cidade de Vinhedo (Região Metropolitana de Campinas), ao lado do parque aquático Wet´n Wild na Rodovia dos Bandeirantes, no estado de São Paulo. Com 760 mil m² o parque é considerado um dos maiores parques de diversão da américa latina."
Preciso confessar que a ida ao Hopi Hari foi motivada principalmente pelo preço do passaporte (vida de estudante é lasca né). A atlética do IME estava vendendo por 5 reais sendo que o preço normal é 35 reais. Assim, às 9hs pegamos um buzu no estacionamento do shopping Eldorado e em pouco menos de uma hora estávamos lá.

Depois de uma chegada meio confusa pra saber como usar o bilhete que imprimimos pela Internet, entramos no parque e fomos lanchar porque Cê estava azul de fome. Depois, com o mapa nas mãos fomos programando nosso dia e visitando as atrações. A primeira foi o Kastel di Lendas, vulgo passeio de barquinho para criança, no qual dá pra observar uns bonecos dançantes representando diferentes regiões do país com todo o folclore característico. Bom para criacinhas, trote para os adultos.
Após este equívoco, seguimos para o Montezum, a maior montanha russa da américa latina e quinta maior montanha russa de madeira do mundo. Depois de meia hora de fila e mais duas horas por vir percebi que talvez tivesse escolhido um mau momento já que, além da demora, Cécile não quis vir comigo porque tava enxaquecada. Após a fila interminável, finalmente chegou a minha hora e tive a sorte de ficar justamente no primeiro vagão, de cara para os trilhos. Coloquei o óculos no bolso para não voar e saquei a máquina digital. A subida foi tensa como sempre, com a apreensão crescendo à medida em que os vagões subiam lentamente. Do topo, não conseguia enxergar os trilhos e só consegui soltar alguns palavrões antes da queda alucinante a 100km por hora. Tudo chacoalhava o tempo todo. O percurso fazia duas passagens por baixo de um viaduto e foram os melhores momentos do passeio que durou um minuto exato. No final, dor de cabeça, alívio, satisfação e vontade de ir de novo. :-)
Na saída, Cê, que tinha conhecido o parque todo enquanto eu estava na fila, sugeriu irmos ao Rio Bravo. Nesse passeio, entramos num barco redondo que é levado pela correnteza através de um pequeno circuito. Só que durante o passeio fomos surpreendidos por alguns jatos de água. Quer dizer, nem todos são surpreendidos. Só os marinheiros de primeira viagem, como eu. Saímos parecendo dois pintos molhados, mas foi bem divertido!


Saindo de lá, almoçamos e depois resolvi ir no La Tour Eiffel. Dessa vez nem peguei fila já que consegui comprar baratinho um passe na mão de uns caras que desistiram. Sentei no banco e senti meu corpo sendo elevado a altura de quase 70 metros. De lá dá pra ver todo o parque e a rodovia imigrantes. Mas o tempo é curto para apreciar a vista. Após alguns segundos o banco é solto e experimentamos queda livre. Very foda indeed.

Ainda fomos num simulador de carros (fulêro), no Ghosti Hotel (trem fantasma), nas Minas de Joe Sacramento (casa do terror like), na Giranda Mundi (roda gigante altona) e no Ekatomb (rotações + translações + paradas seguidas de piruetas, enfim, não sei descrever de forma clara como funciona o treco, mas é muuuuuuito do caralho).




Saímos às 20hs, com o parque fechando, totalmente exaustos e pegamos o ônibus de volta. Chegando em casa só deu tempo de dormir e descansar bastante para "enfrentar" o domingo, afinal, era o dia do Just a Fest. O festival que em uma só tacada colocou Los Hermanos, Kraftwerk e Radiohead no palco. Com Jamiroquai em 2006 e Dream Theater em 2008, estaria completa a tríade de shows que sempre sonhei assistir (na verdade agora são 4 depois que soube que RATM está de volta).

Combinamos com alguns amigos – Paulo com a esposa e Rafael – de nos encontrarmos no shopping Eldorado e de lá seguimos para a Chácara do Jockey, local do festival. A entrada foi tranquila e chegamos cedo, faltando ainda uma hora para o show dos barbudos. E eles começaram bem no horário.


O show foi muito bom, como todo show do Los Hermanos. Outro ponto positivo foi o público misto, com uma quantidade rarefeita de fanáticos sem noção.

Em seguida vieram os alemães do Kraftwerk. Eu pensei em permanecer no meio do público mas todos (inclusive quem vos escreve) estavam muito cansados e assim me resignei a sair e descansar sentando num canto, distante do palco. Só levantei para ouvir mais de perto umas duas músicas e tirar algumas fotos.

Depois de uma hora o Kratwerk saiu do palco e a tensão pelo início do show do Radiohead aumentava... A decoração começou a ser montada e procuramos um bom lugar para assistir o show. Às 22hs pontualmente, Thom Yorke e banda surgiram no palco. O público foi ao delírio quando as batidas de 15 Steps começaram a ecoar. O show foi maravilhoso com um set list cheio de músicas do novo disco (Bodysnatchers e Jigsaw Falling into Place foram os pontos altos) e alguns hits como Creep e Fake Plastic Trees. Músicas como All I Need foram entoadas como hinos pelo público. Saímos de lá exaustos mas satisfeitos por ter presenciado a primeira visita do Radiohead ao Brasil. Eu só não fiquei 100% satisfeito por não ter ouvido Airbag, No Surprises, Just e Planet Telex, músicas que realmente adoro. Mas fiquei feliz por ter ouvido Karma Police, The Gloaming e There There. Everything is in the Right Place foi também um bálsamo para meus ouvidos. Enfim, foi maravilhoso.


Alguns pontos negativos ficaram para a saída que era apertada e desrespeitosa para a quantidade de pessoas presentes (30 mil). Além disso, tinha muita lama e Cê ficou com o pé todo sujo. Para pegar um ônibus foi uma odisséia. Taxi era impossível.
Chegamos em casa triturados de cansaço. Mas nada disso tirou nossa satisfação. Show histórico! :-)
Pra quem não conhece o Hopi Hari eis um trecho roubado da Wikipedia (preguiça mode on):
"Hopi Hari é um parque temático brasileiro, localizado na cidade de Vinhedo (Região Metropolitana de Campinas), ao lado do parque aquático Wet´n Wild na Rodovia dos Bandeirantes, no estado de São Paulo. Com 760 mil m² o parque é considerado um dos maiores parques de diversão da américa latina."
Preciso confessar que a ida ao Hopi Hari foi motivada principalmente pelo preço do passaporte (vida de estudante é lasca né). A atlética do IME estava vendendo por 5 reais sendo que o preço normal é 35 reais. Assim, às 9hs pegamos um buzu no estacionamento do shopping Eldorado e em pouco menos de uma hora estávamos lá.
Depois de uma chegada meio confusa pra saber como usar o bilhete que imprimimos pela Internet, entramos no parque e fomos lanchar porque Cê estava azul de fome. Depois, com o mapa nas mãos fomos programando nosso dia e visitando as atrações. A primeira foi o Kastel di Lendas, vulgo passeio de barquinho para criança, no qual dá pra observar uns bonecos dançantes representando diferentes regiões do país com todo o folclore característico. Bom para criacinhas, trote para os adultos.
Após este equívoco, seguimos para o Montezum, a maior montanha russa da américa latina e quinta maior montanha russa de madeira do mundo. Depois de meia hora de fila e mais duas horas por vir percebi que talvez tivesse escolhido um mau momento já que, além da demora, Cécile não quis vir comigo porque tava enxaquecada. Após a fila interminável, finalmente chegou a minha hora e tive a sorte de ficar justamente no primeiro vagão, de cara para os trilhos. Coloquei o óculos no bolso para não voar e saquei a máquina digital. A subida foi tensa como sempre, com a apreensão crescendo à medida em que os vagões subiam lentamente. Do topo, não conseguia enxergar os trilhos e só consegui soltar alguns palavrões antes da queda alucinante a 100km por hora. Tudo chacoalhava o tempo todo. O percurso fazia duas passagens por baixo de um viaduto e foram os melhores momentos do passeio que durou um minuto exato. No final, dor de cabeça, alívio, satisfação e vontade de ir de novo. :-)
Na saída, Cê, que tinha conhecido o parque todo enquanto eu estava na fila, sugeriu irmos ao Rio Bravo. Nesse passeio, entramos num barco redondo que é levado pela correnteza através de um pequeno circuito. Só que durante o passeio fomos surpreendidos por alguns jatos de água. Quer dizer, nem todos são surpreendidos. Só os marinheiros de primeira viagem, como eu. Saímos parecendo dois pintos molhados, mas foi bem divertido!
Saindo de lá, almoçamos e depois resolvi ir no La Tour Eiffel. Dessa vez nem peguei fila já que consegui comprar baratinho um passe na mão de uns caras que desistiram. Sentei no banco e senti meu corpo sendo elevado a altura de quase 70 metros. De lá dá pra ver todo o parque e a rodovia imigrantes. Mas o tempo é curto para apreciar a vista. Após alguns segundos o banco é solto e experimentamos queda livre. Very foda indeed.
Ainda fomos num simulador de carros (fulêro), no Ghosti Hotel (trem fantasma), nas Minas de Joe Sacramento (casa do terror like), na Giranda Mundi (roda gigante altona) e no Ekatomb (rotações + translações + paradas seguidas de piruetas, enfim, não sei descrever de forma clara como funciona o treco, mas é muuuuuuito do caralho).
Saímos às 20hs, com o parque fechando, totalmente exaustos e pegamos o ônibus de volta. Chegando em casa só deu tempo de dormir e descansar bastante para "enfrentar" o domingo, afinal, era o dia do Just a Fest. O festival que em uma só tacada colocou Los Hermanos, Kraftwerk e Radiohead no palco. Com Jamiroquai em 2006 e Dream Theater em 2008, estaria completa a tríade de shows que sempre sonhei assistir (na verdade agora são 4 depois que soube que RATM está de volta).
Combinamos com alguns amigos – Paulo com a esposa e Rafael – de nos encontrarmos no shopping Eldorado e de lá seguimos para a Chácara do Jockey, local do festival. A entrada foi tranquila e chegamos cedo, faltando ainda uma hora para o show dos barbudos. E eles começaram bem no horário.
O show foi muito bom, como todo show do Los Hermanos. Outro ponto positivo foi o público misto, com uma quantidade rarefeita de fanáticos sem noção.
Em seguida vieram os alemães do Kraftwerk. Eu pensei em permanecer no meio do público mas todos (inclusive quem vos escreve) estavam muito cansados e assim me resignei a sair e descansar sentando num canto, distante do palco. Só levantei para ouvir mais de perto umas duas músicas e tirar algumas fotos.
Depois de uma hora o Kratwerk saiu do palco e a tensão pelo início do show do Radiohead aumentava... A decoração começou a ser montada e procuramos um bom lugar para assistir o show. Às 22hs pontualmente, Thom Yorke e banda surgiram no palco. O público foi ao delírio quando as batidas de 15 Steps começaram a ecoar. O show foi maravilhoso com um set list cheio de músicas do novo disco (Bodysnatchers e Jigsaw Falling into Place foram os pontos altos) e alguns hits como Creep e Fake Plastic Trees. Músicas como All I Need foram entoadas como hinos pelo público. Saímos de lá exaustos mas satisfeitos por ter presenciado a primeira visita do Radiohead ao Brasil. Eu só não fiquei 100% satisfeito por não ter ouvido Airbag, No Surprises, Just e Planet Telex, músicas que realmente adoro. Mas fiquei feliz por ter ouvido Karma Police, The Gloaming e There There. Everything is in the Right Place foi também um bálsamo para meus ouvidos. Enfim, foi maravilhoso.
Alguns pontos negativos ficaram para a saída que era apertada e desrespeitosa para a quantidade de pessoas presentes (30 mil). Além disso, tinha muita lama e Cê ficou com o pé todo sujo. Para pegar um ônibus foi uma odisséia. Taxi era impossível.
Chegamos em casa triturados de cansaço. Mas nada disso tirou nossa satisfação. Show histórico! :-)
sexta-feira, 20 de março de 2009
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
2 anos, 3 anos, 4 anos
Devido à falta de tempo e à atuação competente da preguiça, deixei de escrever aqui sobre algumas datas que venceram nas últimas semanas.
2 anos: Oui! Fez dois anos que eu e Cê estamos morando juntos! Parece que foi ontem (clichê detected) que chegamos aqui nesse apê e é muito bom perceber que a nossa relação só se fortaleceu com o tempo. A única coisa que sofreu a passagem desses anos foi o sofá da sala que já começa a dar sinais de que a sua vida útil era realmente condizente com o seu preço.
3 anos: Sim! Fez três anos que estou aqui em São Paulo, fazendo esse (mal|ben)dito mestrado. Não vejo a hora de terminar. Não estou gostando muito do resultado final, mas estou tentando abstrair a palavra "resultado" e focando apenas na palavra "final".
4 anos: 是! Foi muito legal poder conferir a quarta festa do ano novo chinês. Fomos no bairro da Liberdade, assistimos algumas apresentações de artes marciais e a dança do dragão. Também passeamos pelas ruas apinhadas de gente e tiramos algumas fotos.
Esse post pode parecer meio fora de época (afinal já é carnaval né) foi só para não deixar passar em branco esses acontecimentos. Mas espero, em breve, trazer notícias sobre os nossos planos para 2009. Bom carnaval pra todos!




2 anos: Oui! Fez dois anos que eu e Cê estamos morando juntos! Parece que foi ontem (clichê detected) que chegamos aqui nesse apê e é muito bom perceber que a nossa relação só se fortaleceu com o tempo. A única coisa que sofreu a passagem desses anos foi o sofá da sala que já começa a dar sinais de que a sua vida útil era realmente condizente com o seu preço.
3 anos: Sim! Fez três anos que estou aqui em São Paulo, fazendo esse (mal|ben)dito mestrado. Não vejo a hora de terminar. Não estou gostando muito do resultado final, mas estou tentando abstrair a palavra "resultado" e focando apenas na palavra "final".
4 anos: 是! Foi muito legal poder conferir a quarta festa do ano novo chinês. Fomos no bairro da Liberdade, assistimos algumas apresentações de artes marciais e a dança do dragão. Também passeamos pelas ruas apinhadas de gente e tiramos algumas fotos.
Esse post pode parecer meio fora de época (afinal já é carnaval né) foi só para não deixar passar em branco esses acontecimentos. Mas espero, em breve, trazer notícias sobre os nossos planos para 2009. Bom carnaval pra todos!
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
REC (2007)
REC é um filme espanhol lançado em 2007, muito bem recebido pelo público e pela crítica (ganhou inclusive diversos prêmios), mas que só tive a chance de assistir agora. Hollywood fez um remake recentemente chamado Quarantine. Não vi o remake e não tenho interesse. Não entendo o apelo desses remakes americanos. Xenofobia? Preguiça de ler legendas? Talvez as duas coisas.
Bom, como ia dizendo o filme é um pseudo-documentário sobre uma jornalista e seu camera enquanto eles acompanham a rotina de um corpo de bombeiros durante à noite. No começo, tudo está tranquilo e quase monótono, até que de repente eles recebem um chamado vindo de um prédio onde os vizinhos relatam que foram acordados pelos gritos de uma vizinha que aparentava estar com uma crise histérica. Daí em diante não quero contar mais nada pra não estragar a surpresa de quem ainda não assistiu.
Vale ressaltar somente que REC é um filme pra quem gosta de filmes de terror/horror pesados e no estilo "camera trêmula na mão", a la Bruxa de Blair. Pra quem não gosta do gênero, esqueça. Eu, particularmente, gostei muito da Bruxa de Blair, mas perto de REC esse último é fichinha, fichinha. Na minha humilde e exagerada opinião, um dos melhores filmes de terror da década. E são somente 70 minutos de cagaço.
Para quem não quer saber mais do que já falei sobre o filme, mas quer ter uma idéia da reação do público no cinema:
E pra quem quiser ver o trailer:
Já está em produção a continuação REC 2. Preferia que não tivesse continuação porque só vejo duas opções: fazer um filme com um estilo diferente ou fazer mais do mesmo. Nos dois casos, duvido que consigam fazer algo melhor.
Bom, como ia dizendo o filme é um pseudo-documentário sobre uma jornalista e seu camera enquanto eles acompanham a rotina de um corpo de bombeiros durante à noite. No começo, tudo está tranquilo e quase monótono, até que de repente eles recebem um chamado vindo de um prédio onde os vizinhos relatam que foram acordados pelos gritos de uma vizinha que aparentava estar com uma crise histérica. Daí em diante não quero contar mais nada pra não estragar a surpresa de quem ainda não assistiu.
Vale ressaltar somente que REC é um filme pra quem gosta de filmes de terror/horror pesados e no estilo "camera trêmula na mão", a la Bruxa de Blair. Pra quem não gosta do gênero, esqueça. Eu, particularmente, gostei muito da Bruxa de Blair, mas perto de REC esse último é fichinha, fichinha. Na minha humilde e exagerada opinião, um dos melhores filmes de terror da década. E são somente 70 minutos de cagaço.
Para quem não quer saber mais do que já falei sobre o filme, mas quer ter uma idéia da reação do público no cinema:
E pra quem quiser ver o trailer:
Já está em produção a continuação REC 2. Preferia que não tivesse continuação porque só vejo duas opções: fazer um filme com um estilo diferente ou fazer mais do mesmo. Nos dois casos, duvido que consigam fazer algo melhor.
Assinar:
Postagens (Atom)


