quarta-feira, 22 de outubro de 2008

La Brute

Joguinho besta e viciante...

Ainda bem que não é permitido mais do que 3 lutas por dia. :-)
Antes de clicar, não se iluda: não é um jogo de luta, como parece. Pense numa rinha de cachorros. Você escolhe seus adversários e torce pro seu boneco se dar bem. E aí vai ganhando pontos, acumulando, passando de nível, ganhando alunos, etc.



E aí? Vai encarar Damiex, o Rei dos reis? Behold my glory, bastards! Mm... MBWa HA HA HA HA!

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Qualificado!

Ufa, o primeiro passo mais importante foi dado: hoje de manhã fiz meu exame de qualificação do mestrado. Correu tudo bem e fui aprovado, com elogios e críticas dentro da minhas expectativas. A apresentação foi um pouco longa (50 slides), e isso é devido principalmente ao respeito que tenho para com os trabalhos anteriores (e o meu é uma extensão de um projeto incubado aqui no instituto). Pena que não tenho fotos pra colocar aqui, mas isso fica para a defesa. :-) Agora é corrigir o que precisa ser corrigido e finalizar o que precisa ser finalizado.

Para os milhares de leitores que sempre quiseram saber o que tanto ando fazendo por aqui, aí vai o título e o resumo do trabalho.

Título: Tolerância a Falhas com Agentes Móveis em Grades Computacionais Oportunistas

Resumo: Grades oportunistas são ambientes distribuídos que permitem o aproveitamento do poder de processamento ocioso de recursos computacionais dispersos geograficamente em diferentes domínios administrativos. São características desses ambientes a alta heterogeneidade e a variação na disponibilidade dos seus recursos. Nesse contexto, o paradigma de agentes móveis surge como uma
alternativa promissora para superar os desafios impostos na construção desses ambientes oportunistas. Esses agentes podem ser utilizados na construção de mecanismos que permitam a progressão da execução das aplicações mesmo na presença de falhas. Esses mecanismos podem ser utilizados isoladamente, ou em conjunto, de forma a se adequar a diferentes cenários de disponibilidade de recursos. Neste trabalho, descrevemos a arquitetura do middleware MAG (Mobile Agents for Grid Computing Environment) e o que ele pode fazer em ambientes de grades
oportunistas. Em seguida, apresentamos uma análise de desempenho dos mecanismos de tolerância em um ambiente real e propomos uma série de modificações que buscam aprimorar esses mecanismos no sentido de otimizar a execução das aplicações.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Noivos! :-)

Tá, eu sei! A gente já está morando juntos há 1 ano e 8 meses e já somos praticamente casados. Mas todo casal que se preze também passa por alguns rituais para se afirmar perante a sociedade (incluindo nossos queridos amigos e familiares, hehehe). Sendo assim, ontem, dia do meu aniversário, será também lembrado de agora em diante como o dia do nosso noivado! :-)
Pois é, nosso compromisso agora está reluzindo em nossos dedos, com direito a nome gravado e tudo.
Isso também significa que a contagem regressiva para a festa de casamento já começou. A gente pretende fazer uma festa pra celebrar nossa união no ano que vem, em novembro, mas ainda sem data definida. Esperamos que quando a hora chegar, todos os nossos amigos possam comemorar conosco. :-D







Fiz essa surpresa no topo do edifício Sesc, que fica na av. Paulista. Lá no terraço tem um belo restaurante de onde se pode ver toda a cidade. Cécile não desconfiava de nada até o momento em que viu a aliança no pires do chocolate quente, junto com uns biscoitinhos que eu ofereci a ela. Ela tava tão distraída que eu tive que implorar para ela comer os biscoitinhos, dizendo o quão eles eram especiais... rs! Foi difícil fazer ela enxergar a aliança porque ela não queria comer os biscoitos de jeito nenhum! E eu dizia: "coma amor, coma! são deliciosos, são especiais!". Que mulher difícil eu fui arranjar, hein? Hahahahaha! :-)

Bom, depois dessas emoções, fomos para o O'Malleys onde eu tinha marcado um encontro com os amigos daqui. Foi bem legal! Ficamos bebendo e conversando até altas horas. O espaço não estava muito cheio e, como aniversariante, eu não paguei entrada, nem Cécile.




Finalizando, aproveito para agradecer novamente a todos que me felicitaram no meu aniversário (em especial a Jacque que veio de Vassouras-RJ pra passar o fds comigo) e a todos que sempre estiveram do nosso lado, acompanhando um pouco da nossa trajetória seja aqui, por e-mail ou nas visitas que recebemos durante todo esse tempo.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Niver Cê

Enquanto minha qualificação só ocorrerá no dia 8 de outubro, Cê já se qualificou e tudo correu dentro dos conformes. Depois de mais um passo, nada mais justo para ela do que tirar alguns dias com a família em Maceió. Assim, ela aproveitou a semana do seu aniversário e embarcou para as Alagoas. Foi só uma semana, pouco tempo para tanta saudade, mas deu para ela descansar um pouco e reencontrar as amigas. Segue algumas fotos desses dias:










Eu tive que me contentar em ficar, mas depois da minha qualificação espero fazer o mesmo, mas enquanto isso, sigo concentrado por aqui. :-)

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Terapia em Série

Todos que me conhecem sabem o quanto aprecio a série Lost. Mas, com o final da quarta temporada, ficou um vazio na minha programação noturna. Sem saco para me apegar a outras tramas muito complexas e que exigem uma devoção quase religiosa (como ocorre com Lost), busquei uma série que fosse mais "light".


In Treatment (da HBO) caiu como uma luva. O conceito da série foi copiado de uma série israelense (Be Tipul) e, assim como na sua versão oriental, é simples, original e audacioso: cada episódio mostra uma sessão de terapia entre Paul (o terapeuta interpretado por Gabriel Byrne) e um paciente. As sessões são retratadas quase que em tempo real em episódios que duram de 20 a 30 minutos. São 5 episódios semanais sendo que, de segunda a quinta temos sessões com Laura (segunda), Alex (terça), Sophie (quarta), Jake & Amy (quinta). Na sexta é o próprio Paul que assume o papel de paciente, em sessões com a sua supervisora Gina (Dianne Wiest). O resultado é uma excelente série adulta, com um roteiro maduro, sem clichês, baseada apenas em diálogos e que mesmo assim prende a sua atenção, afinal, a cada episódio sabemos um pouco mais sobre a vida dos pacientes, e nos surpreendemos com as revelações e possibilidades que vão surgindo.


Enfim, uma "série fora de série". Aos interessados, tenho a primeira temporada completa. E já aguardo ansioso a segunda temporada!

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Na Capital

No começo deste mês fomos para Brasília. Motivo: formatura da polícia federal. Depois de 4 meses e meio de academia, minha irmã se formou no curso para delegada federal. Festa e solenidade estavam previstas para dia 10 e 11, respectivamente, e, assim, no mesmo dia 10 pegamos o vôo com destino ao distrito federal. Foi bom poder rever minha família, já que não os via desde o natal do ano passado.





A festa de formatura foi impecável: som, comes, bebes, serviço, decoração, conforto, enfim, ficamos impressionados. Os candangos sabem organizar festa como ninguém! Foi muito bom também finalmente conhecer Brasília, tirar algumas fotos e visitar alguns pontos turísticos, dentre eles o museu Juscelino Kubitschek, a torre de TV (com vista para o eixão e planalto central), o Senado e o Congresso Nacional, a Catedral Metropolitana, a ANP, alguns bares e restaurantes, e, claro, a feira do Paraguai, onde descola-se um pen drive de 8 giga por 75 conto. Como de praxe, seguem algumas fotos.









De volta à realidade, agora é pegar no batente. Estou morrendo de saudades de Salvador, mas coloquei na minha mente que só posso ir lá depois que terminar algumas atividades do mestrado. :-p

segunda-feira, 21 de julho de 2008

BOBAÊA minha "nirgraça"!

Celebrando a recente "goleada" do Baêa frente ao até então invicto Curintia (sim, vencer por 1 a 0 com um time limitado e com 5 desfalques contra um time que vinha de 10 vitórias e 1 empate é quase uma goleada), me lembrei de um causo que ficou famoso na internet, na época da sofrida classificação do Bahia para o octogonal da série C. Divirtam-se e tenham em mente: o taxista corresponde exatamente ao perfil da maioria da torcida do Bahia. Assim como a do Corínthians a nossa lota estádios e é fanática e apaixonada. Mas os gritos sempre expressam emoções conflitantes, alternando entre o amor e o ódio. Por isso nosso grito de guerra: "Bó baêa, minha porra!"

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Seu Jurandir chegou em Salvador num vôo da GOL, às 19:20 do dia 7 de outubro. Saiu do avião e partiu para buscar sua mala no saguão de desembarque. Como a bagagem demorava de aparecer na esteira, Seu Jurandir sacou a Maxi-Goiabinha que a aeromoça tinha lhe oferecido e ele havia guardado no bolso para mais tarde. A mala chegou, ele colocou no carrinho e saiu pelo portão para procurar um táxi.
- “Quanto é o táxi até…
Ele olhou um papel na sua mão e completou:
… Ondina?”
- “Ondina? 88 conto” - disse o motorista.
Seu Jurandir fez cara feia, mas entrou no carro mesmo assim. Afinal, Seu Jurandir é paulista e veio conhecer Salvador pela primeira vez no alto dos seus 53 anos. O táxi partiu e logo depois que passou pelo túnel de bambuzais, o motorista fez um pedido:
- “O senhor se incomoda se eu ligar o rádio?”
Seu Jurandir observou o motorista. Era um homem que aparentava uns 40 anos. Tinha uma aparência serena, óculos escorregando pelo nariz e uma boina azul,vermelha e branca na cabeça. Seu Jurandir disse que não se incomodava, mas ficou surpreso quando o rádio ligou. Não era bossa nova ou MPB, nem pagode, arrocha ou axé. O que estava ecoando dos alto falantes do táxi era um jogo de futebol.
- “É que eu torço pro Bahia, sabe? E esse jogo é decisivo” - explicou-se o motorista.
Seu Jurandir não era muito de papo, nem de futebol. Assistia de vez em quando um jogo do São Paulo na TV, time que ele carregava uma certa simpatia. Por isso, ficou calado, ouvindo o locutor do jogo junto com o motorista. O locutor gritava:
- “6 MINUTOS DE ACRÉSCIMO!!!”
A cada berro do locutor, Seu Jurandir percebia que o motorista ficava mais nervoso. A aparência serena inicial dava lugar a um semblante de desespero. O homem suava e fazia o sinal da cruz enquanto o carro passava pela Avenida Paralela.
- “Não é possível. A gente precisa de um golzinho só!!!” - desesperava-se o motorista.
- “TERMINA O JOGO NO ACRE!” - berrava o locutor.
- “Pelamordedeus, a gente só depende da gente!!!” - desesperava-se ainda mais o motorista.
Seu Jurandir começou a ficar assustado. O motorista estava suando que nem cuscuz, embora o ar-condicionado do carro estivesse ligado no máximo.
- VAI QUE DÁ BAHIA!!!! - berrava o locutor.
- Vai que dá Bahia!!!! - repetia o motorista.
Seu Jurandir já se segurava na porta do carro, quando o locutor recitou:
- “É A ÚLTIMA CHANCE! LÁ VEM CARLOS ALBERTO, CRUZOU NA ÁREA, CHARLES DE CARRINHO……………..
GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL!!!”
O motorista começou a tremer, chorar e gritar ao mesmo tempo:
- “É goool, é goool, é gooool, bora Bahêa minha porra, bora Bahêa, minha nirgraça!!! Aí bando de rubro-negro feladaputa! Toma aí!!! É a estrela! Eu disse, eu disse!!! É goool porra!! É gol do Bahia caralho!!”
As mãos do homem tremiam, o táxi já não andava em linha reta. Agora, quem se
desesperava era Seu Jurandir, que pedia assustado para o táxi parar.
-”Pára, pára!” - gritava Seu Jurandir.
“Bahêa, Bahêa! - gritava o motorista.
Meio que em estado de choque, o motorista finalmente encostou o carro no Posto 2 da Paralela. Bastou o táxi parar, para ele deixar seu Jurandir sozinho no carro e sair pela porta correndo e gritando uns 15 Putasquepariu. Sozinho no carro, Seu Jurandir observava o cenário ao seu redor. Carros buzinando, fogos explodindo no céu, gente gritando, chorando, ajoelhando. Cada vez mais carros chegavam ao posto em festa, comemorando o que parecia ser um título inédito. Em meio ao buzinaço, o motorista voltou pro táxi.
“Desculpa, senhor. É que é muita emoção. Esse time é foda.”
Agora curioso, Seu Jurandir perguntou:
- O Bahia foi campeão?
- Campeão? Não, se classificou pro octogonal” - respondeu o motorista ofegante.
- Octogonal?
- É, o octogonal da Série C.
- Da Série C? Terceira divisão?
- É ganhamos do Fast, do Fast do Amazonas. 1×0, caralho!
- “Sei, sei” - disse um incrédulo seu Jurandir.
Ainda em êxtase, o motorista perguntou:
“Pra onde é que o senhor está indo mesmo?”
E o seu Jurandir respondeu:
- “Pro aeroporto. Volta pro aeroporto que eu não fico mais um segundo nessa terra de maluco.”